Os peões são os
pobres, servos. Como em qualquer sociedade, existem em grande número. No xadrez
há oito peões. Eles funcionam como soldados e sacrificam-se para resgatar peças
mais valiosas. Podem ser importantes peças para fazer pressão, e podem até
ser uma das peças principais no xeque-mate.
O movimento do
peão é a mais restrita das peças de xadrez. Eles movimentam-se apenas para
frente, salvo se ele for "comer" alguma peça. Nesse caso, ele pode
movimentar-se para a diagonal, mas nunca para trás.
Na primeira jogada,
se assim quiser o jogador, ele pode pular duas casas de uma vez. No restante das
jogadas, ele deve pular uma casa de cada vez.
Vejamos o porquê
desse movimento na vida real: cada peão tem seu escudo e sua lança. Com o
escudo diretamente à sua frente, ele não pode atacar para a frente, apenas na
diagonal.
Assim que derrota
seu inimigo, na diagonal, os peões mantêm-se na mesma linha do inimigo,
esperando que outro apareça.
Apesar de não
parecer poderoso, os peões podem "salvar" uma importante peça.
Chegando ao final do tabuleiro, ele pode ser trocado até por uma rainha. Nunca
por um rei.
Sabendo que podem
ajudar no objetivo do jogo, os peões não devem ficar desprotegidos, como se
fossem peças sem importância.
O fato de poder pular
duas casas na primeira jogada, mostra novamente a vida real: talvez os guerreiros
estejam muito confiantes diante da batalha que está por vir. Ou talvez eles
queiram mover-se rapidamente para chegar o quanto antes no local da batalha.
