Mokele-mbembe



No norte da República do Congo, e em suas fronteiras com os outros países, desde 1.700, as pessoas tentam descrever os animais que viram, a cada qual dão nomes como grandfather-lizards, emela-ntouka, aseka-moke, ngamba-mamae, emia-ntouka, ngoubou, mbielu-mbielu-mbielu, ngma-monene, Chipekwes.
Uma variedade de descrição que se identificam com alguns animais já extintos, como Megalania, Labyrinthodonts, Postosuchus, Monoclonius, Eucentrosaurus, Stegosaurus.

Quanto ao Mokele-mbembe, ou Likela-Bembe, ou Mgbulu-em'bmbe, ou mgbulu-eM'bembe, possui um corpo tão grande quanto ao de um elefante, um pescoço bem comprido e uma comprida cauda; 4 poderosas mas curtas e grossas pernas; uma perfeita descrição de um dinossauro. O Mokele Mbembe é herbívoro e alimenta-se das frutas de Mamlambo Plant; seu hábitat é o pantanoso Likouala, e o Lake Tele.

O primeiro registro a respeito de Mokele-mbembe está no livro The History of Loango, Kakonga, and other Kingdoms in Africa, escrito em 1.776, pelo abade Lievain Bonaventure Proyart, a respeito de um grupo de missionários que teriam encontrado as marcas das patas de um enorme e desconhecido animal na selva:

It must be monstrous, the prints of its claws are seen upon the earth, and formed an impression on it of about three feet in circumference. In observing the posture and disposition of the footprints, they concluded that it did not run this part of the way, and that it carried its claws at a distance of seven or eight feet one from the other."

Em 1.909, Carl Hagenbeck, naturalista, após ouvir de Hans Schomburgh sobre um animal que vive no pântano do Congo, que é metade elefante e metade lagarto, e de Joseph Menges, naturalista, tratar-se de um animal parecido com um dinossauro, semelhante a um brontossauro, formou uma expedição e foi à Africa, mas abortou-a em virtude de doença e a hostilidade do povo.

Em 1.913, o capitão Von Stein zu Lausnitz foi informado pelos nativos que temiam Mokele-mbembe, o qual vagaria pelos rios Ubangi, the Sangha, e Ikelemba. O animal era de pele amarronzado, do tamanho de um elefante, com um comprido e flexível pescoço. Alguns o descreveram com uma comprida e muscular cauda como um crocodilo. Derruba canoas, ataca os animais, os quais não são comidos por Mokele-mbembe.

Em 1.920, a expedição The Smithsonian Institution encontrou inexplicáveis pegadas e ouviu rugidos que não foram identificados, mas seriam de animais desconhecidos, vindos da selva. Nessa expedição aconteceu uma tragédia: o trem estava atravessando uma área inundada, quando os nativos aflitos disseram que viram Mokele-mbembe, a locomotiva descarrilhou e 4 pessoas da expedição foram esmagadas e outras dezenas de pessoas ficaram feridas.

Em 1.932, Ivan T. Sanderson, zoólogo e biólogo, e Gerald Russel, estavam navegando no rio Mainyu, viram uma cabeça como a de um lagarto, escura e brilhante, um pescoço como a de um cisne, comprido, que os encarou por um breve segundo, após foi-se embora. Nunca mais o sr. Sanderson o viu.

Em 1.976, James Powell, herpetologista, viajou ao Gabão para estudar os crocodilos, e o povo Fan lhe contou sobre N'yamala, um enorme animal que habitava os rios próximos. Michael Obang lhe contou que em 1.946, N'yamala teria aparecido, e o reconheceu ao ver um livro sobre dinossauros, apontado-lhe o diplodocus.

James Powell contou os fatos ao Dr. Roy P. Mackal, um biólogo The University of Chicago e vice-presidente The International Society of Cryptozoology.

Em 1.979, ambos foram para a região de Likouala, e no norte da cidade de Impfondo, encontraram-se com o reverendo Eugene Thomas, de Ohio, um missionário desde 1955, que confirmou sobre as histórias de Mokele-mbembe. Mostrando aos nativos o livro sobre os dinossauros, reconheceram em Mokele-mbembe um apatasaurus e diplodocus. Descreveram que o animal tem a cabeça como a de uma cobra, uma comprida e fina cauda, um corpo aproximado-se do tamanho de um elefante, ou pelo menos a de um hipopótamo; as pernas são curtas, as patas traseiras possuem 3 unhas; tem pele marrom-avermelhada; uma crista que sai do topo da cabeça e desce ao longo do pescoço.

Todos concordaram que seu habitat é o lago do pântano e os rios, e raramente são vistos.

Em 1.981, o Dr. Roy P. Mackal retornou com uma expedição e ficou sabendo que os pigmeus Bagombe haviam matado um Mokele-mbembe, em 1.960. Quando a expedição estava percorrendo o rio Likouala- aux-Herbes, ao sul da cidade de Epena, abruptamente uma grande criatura submergiu e uma grande onda se formou batendo na canoa do dr. Mackal.

Também em 1.981, Herman Regusters e sua esposa, Kia, teriam visto uma cabeça como a de uma cobra sobre um gracioso pescoço submergindo no Lake Tele, e Marcellin Agnagna, um biólogo congolês, e as pessoas que compunham a expedição, em 1.983, também o teriam avistado, e tinha uma pequena cabeça como a de um lagarto, pescoço comprido. Teria filmado o animal, mas esqueceu-se de colocar a lente da sua Super-8 para filmagem a longa distância. Dessa forma, privou o mundo da imagem de Mokele-mbembe.

Em 1.985, William J. Gibbons, formou uma expedição em busca de Mokele-mbembe, atravessaram a cerrada selva e não o viram. Entretanto, encontraram uma espécie de macacos que foram classificados como uma nova sub-espécie, Cerocebus galeritus, cujas pele e cabeça foram oferecidos ao British Museum of Natural History, de Londres.

Voltou à África em 1.992, em 1.994, em 2.000 e 2.002, sempre entrevistando os nativos, os quais afirmam a existência de Mokele-mbembe.

Em 1.987, a tentativa da expedição japonesa de filmar o animal frustou-se.

Em 1.990, o explorador Redmond O'Hanlon concluiu que as pessoas que contaram ter visto o animal devem tê-lo confundido com elefante selvagem, atravessando rio com sua tromba erguida.

A comunidade científica e os criptozoólogos continuam formando as expedições à procura do Mokele-mbembe e acreditam que ele será encontrado.

É uma questão de tempo; em alguns casos obtém-se primeiro a fotografia do animal avistado, por exemplo o elefante anão africano,o qual está sendo procurado pelos criptozoólogos e a comunidade científica, descrito em 1.906, pelo professor Theodor Noack, e em outros casos como o do Mokele-mbembe não há sequer uma fotografia, ou mesmo um desenho.

O elefante anão africano, quando adulto chegaria a medir apenas 1,50 metro.

Enquanto que os filhotes são do tamanho de um cão.

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Família de elefante anão. Fotografia feita em 1.982, por Harald Nestroy.

Há 40 milhões de anos, mais de 600 espécies de elefantes habitavam a Terra. Restaram, ao que parece, apenas 2 espécies: a africana e a asiática e suas sub-espécies.

Os elefantes são descendentes dos elefantes Moeritherium, que viviam em um lugar que hoje é o Egito, e mediam, mais ou menos 1,50 metros.

Mas ao que tudo indica os elefantes viveram em todas as partes da Terra, exceto na Austrália e na Antarctida.

Enquanto que em Sabah, Bornéo, uma ilha do arquipélago da Malásia, o elefante anão foi encontrado em 2.003, são primos dos elefantes asiáticos, dos quais ficaram afastados por uns 300.000 anos.

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foto do elefante anão

elefante anão. Sabah. Bornéo.


elefante anão. Sabah. Bornéo. Copyright Melvin Gumal.


Elefante anão. Sabah. Borneo. Copyright Melvin Gumal


A África

Os africanos viviam em reinados.

No final do século XIV, os europeus já tinham esgotados todas as suas fontes de riqueza. Impedidos de viajar às Índias em busca das ricas mercadorias, através dos caminhos que já conheciam, puseram-se ao oceano, costeando o litoral africano.

Com a chegada dos primeiros europeus, os portugueses, iniciou-se um comércio, a princípio, de escravos.

Passado êste primeiro momento, aos poucos, outros europeus foram chegando, agora para a exploração da terra, em busca de riqueza, e também de escravos.

Começou uma nova corrida colonialista.

Que perdura até hoje!

Os europeus partilharam a África sem se preocuparem com as tradições das variadas civilizações ali existentes, destruindo totalmente o seu estilo de vida, desfragmentando-a; só Deus sabe desde quando esse estilo de vida havia sido estabelecido!

O povo africano participou da 2ª guerra mundial, com a promessa de independência dos seus respectivos colonizadores.

Hoje, parte da maioria da África, possui uma vasta riqueza natural e um imenso e significante potencial econômico a ser desenvolvido.

Os recursos naturais continuam sendo extraídos, para serem usufruídos no estrangeiro; aos africanos restam-lhes os parcos salários contratados.

Talvez, com raras exceções, o povo africano vive em condições miseráveis, sem um mínimo de infra-estrutura na saúde e no saneamento básico e na educação.

As mais simples doenças rondam seus lares. A aids grassa entre a população, diminuindo ainda mais a sua expectativa de vida.

A taxa da mortalidade infantil é cruel. A adulta também o é.

Não se pode esquecer da organização dos habitat dos animais, que necessitam de grande espaço para sobreviverem, totalmente destruídos, que foi tumultuado com a ocupação displicente e irresponsável dos colonizadores, misturando habitações de gente com os animais selvagens.

Uma terrível crueldade em nome dos "tempos modernos" aplicados, impingidos, por esses colonizadores.

Além disso, se deram o direito de mudarem todo o mapa geográfico da África!


República do Congo

Os pigmeus são os nativos da República do Congo, seguidos pelos Bakongo, Bateke, Sanga, M'Bochi.

A República do Congo foi colônia da França, da qual se tornou independente em 1.960.

Sofreu outros sistemas ideológicos, e seu clímax foi a guerra civil.

É um dos maiores produtores de petróleo.


Berço da Civilização

A África é o berço da civilização, aonde ainda são procurados animais, para serem catalogados pela comunidade científica, os quais são descritos oralmente pela população nativa.

É o berço da civilização, tanto que há uns poucos anos atrás, entre os africanos, na África do Sul, foram encontrados os bosquimanos, os quais falam seu idioma como se falava há mais de 20.000 anos atrás.

A comunidade científica acreditava que essa civilização estivesse extinta.

Ainda hoje são um povo nômade, consequentemente sofrem reflexos na sua organização social e política, por causa das influências exteriores. Entretanto, não saem de seus limites territoriais.

Apesar de estarem convivendo com outras civilizações, conseguiram resguardar a de seus ancestrais.

Hoje, com um mínimo de liberdade, continuam a viver nos moldes dos seus ancestrais.

Após a descoberta dos bosquimanos, eles foram transferidos para o deserto do Kalahari, seu último refúgio.

Na África, apenas os bosquimanos conseguem sobreviver no deserto sem o destruir, porque aprenderam com seus ancestrais a compreenderem e como utilizar a terra.

Foram personagens nos filmes The Gods Must Be Crazy, de 1.981 e 1.989.

São filmes prá serem assistidos junto com sua família, amigos e parentes. O ator demonstra realmente, a docilidade, a gentileza e a sabedoria dos bosquimanos, que pude comparar através dos documentários que assisti. Eles possuem uma maneira profunda ao expressarem suas explicações, por mais simples que elas sejam. São exatamente como o personagem Xi, que o gentil ator N!xau desempenhou. Infelizmente N!xau faleceu em 7 de julho de 2.003!

Passe o mouse sobre as imgens para ler as informações


Fotografia de N!xau.


N!xau, personagem Xi no filme Os deuses devem estar loucos.

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